quarta-feira, 16 de março de 2016

"Trabalhadores, uni-vos!"

Diante dessa lavagem cerebral sistemática que a Rede Globo de Televisão vem e está fazendo contra a população desavisada, com essa cobertura acintosa contra a moral pública, contra as instituições sérias públicas e privadas e contra a Constituição da República, justifica-se, finalmente, a aceitação de Lula ao cargo de Ministro do governo Dilma, a fim de com foro privilegiado no âmbito do STF ingressar de cabeça nessa guerra de nervos.

Porque de fato estamos em meio a uma guerra - a palavra é essa guerra! - política contra um ex-presidente da República de importância histórica incontestável, a que as classes dominantes (por que será?) repudiam com veemência e agora intentam por estropiar a sua imagem pública, eliminando-o do certame de 2018 com a prisão, caso não atinjam o objetivo imediatista do golpe de estado, ora traduzido pelo termo e instituto jurídico de "impeachmeant", aberto contra de Dilma Rosseff, administradora pública e pessoa das mais idôneas a quem querem imputar injustamente toda e qualquer corrupção que haja neste continental Brasil.

Ademais, cabe ainda o alerta para o vazamento ilegal e seletivo de informações plantadas sob contexto convenientes ao que se quer inculcar à todo custo, realizados com chamadas ao vivo pela rede de televisão supracitada, em tom irônico pelo seu principal âncora, o "jornalista" (?) William Bonner. Tal fato do vazamento de informações sigilosas de Justiça por sujeitos que deturpam e desonram o papel primoroso das instituições públicas e do Estado Democrático de Direito e que ao mesmo tempo demonstra o que intencionam esses falsos moralistas da coisa pública a serviço de interesses escusos do grande capital, requer de antemão um forte ato administrativo de repúdio, a fim de repelir práticas incompatíveis com a grandeza do país.

"Trabalhadores, uni-vos!"

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